Falsa juíza condenada por burla

Ver imagem em tamanho realUma mulher que se fez passar por juíza foi condenada, esta sexta-feira, a seis anos de prisão por burla. Na leitura da sentença, na Alfândega do Porto, onde decorreu o julgamento, ficou a saber-se que ficaram provadas 148 situações de burla, tendo a “falsa juíza” sido punida por um crime único a oito anos de cadeia, em cúmulo jurídico com outros processos.
No processo em que foi condenada a seis anos de prisão, a mulher foi acusada de burlar o Hotel Tivoli, o Sindicato dos Metalúrgicos, uma igreja evangélica e um polícia. Nos outros processos, o Infarmed, a Corticeira Amorim e vários hóteis estão entre os “alvos” da falsa juíza. 
As burlas foram concretizadas entre Abril de 2003 e Fevereiro de 2005 e ultrapassaram os 150 mil euros.A falsa juíza obtinha informação sobre as dívidas ao Estado através de editais publicados nos jornais e recolhia os números de telefone e de fax de várias instituições governamentais para dar credibilidade à cobrança.
Na posse desses elementos, contactava os representantes das empresas em falta por telemóvel, intitulando-se juíza ou, noutros casos, quadro superior da administração pública ou de bancos, e induzia-os a depositarem as respectivas quantias em contas bancárias de que indicava o respectivo número de identificação.
Essas contas eram abertas em nome de pessoas que apenas recebiam em troca pequenas importâncias em dinheiro.

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