Portugal sofre a maior derrota de sempre com o Brasil

bt1stcaocjj6wcascb1xecaox9bjkca3mgy3ccacdkmvxcao2tdmmcagx8yh9cabutfdqcajnmp36cavutwvccahl4xifca0j58x1calfkwgocakqh03yca53fqs4caf3c9kucam1e6omcaovmyc5Portugal entrou bem, esteve em vantagem, mas, em Gama, arredores de Brasília, sucumbiu à arte dos canarinhos e acabou a noite a ver estrelas. O Brasil goleou, por 6-2, e ainda ficaram alguns por marcar…
Até parecia um jogo a sério. Felizmente, não era. Portugal perdeu com o Brasil, o que não agradou aos milhares de portugueses que roubaram umas boas horas à cama para seguirem o duelo de estrelas. As canarinhas brilharam. As lusas, nem tanto. Confirmou-se, pelo menos, uma ideia: se Cristiano Ronaldo arrecadar o título de melhor do Mundo, a distinção resulta do desempenho do capitão das quinas ao serviço do Manchester United. Na selecção, o madeirense é uma sombra do jogador que encanta com a camisola do gigante inglês. Coisas para Queiroz resolver.
Portugal até entrou melhor. Marcou no arranque, por Danny, mas rapidamente se percebeu que a estratégia não era a mais adequada. Jogar com Danny entre os gigantes Luisão e Thiago Silva, os centrais da canarinha, não lembrava a ninguém. Simão foi aposta falhada, Tiago, como médio mais defensivo, também não resulta. E, por isso, Raul Meireles foi chamado, para a segunda parte.
Entretanto, já o Brasil dera a volta ao marcador. Dois golos de Luís Fabiano. Sim, esse mesmo, o goleador que chegou na hora errada ao F. C. Porto. Agora, brilha em Espanha. Esta madrugada, aproveitou bem a sagacidade de Robinho, a arte de Kaká, a demoníaca velocidade de Maicon e… uma noite aziaga de Pepe. Por sorte, o parceiro lado, Bruno Alves, fartou-se de apagar fogos, tal como Maniche, na ajuda a Tiago.
Foi uma madrugada de samba. E o fado do jogo ficou traçado logo nos primeiros acordes da segunda parte. Em dois minutos, Maicon e Luís Fabiano resolveram a questão. O defesa lateral do Inter marcou um golo fantástico, sobre a direita, e Fabiano assinou o seu terceiro da noite. Humilhação! Mais uma, depois do empate recente, esse sim, a valer, na recepção à Albânia. Isto apesar de o apagado Simão ter aparecido para finalizar, com eficiência a reduzir, para 4-2. Quem sonhou com a recuperação, depressa acordou para a realidade: bola ao centro, três minutos repartidos, petardo de Elano a repor a diferença de três golos. No final, foram quatro, pois Adriano também marcou…

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