Paleta de Cores

Para um macho, acasalamento tem a ver com o alimento que consiga encontrar, como por exemplo uma libélula. Mas antes de partilhar a presa com a fêmea, o macho galanteia-a e prepara ostensivamente a sua oferenda, abana  a presa antes de a matar. Depois de satisfeita, a fêmea produz um som semelhante ao do peru para apelar ao pretendente, que se aproxima batendo as asas para manter o equilíbrio.

Movendo os bicos semelhantes a estiletes, os machos disputam na fase de acasalamento, o momento em que se difine a hierarquia e quais os machos irão acasalar.

Na Hungria, os adultos voam a partir do túnel do ninho que debicaram e rasparam numa margem arenosa forrageando constantemente para alimentar as crias. Estes boracos podem vir a medir 2 a 2,5 metros de comprimento. Na Roménia, uma pessoa entrega alimentos na câmara de nidificação. Devido á pressão humana, os abelharucos são forçados a escavar túneis em depositos de areia e aterros sanitários.

Depois da caçada, um grupo vigia os ninhos, nas proximidades. Durante a migração para África, cerca de um terço das aves de cada colónia morre. Alguns abelharucos não precisam de iniciativa, pois uma reduzida população de Merops apiaster vive em África. O que leva uma espécie a levar caminhos tão distintos? Aqui está uma pergunta sem resposta.

Autor: Mafalda Sardinha                                       Fonte: National Geographic Nº91

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