Explosivo era um localizador

Afinal, o suposto engenho explosivo descoberto num camião, estacionado numa aldeia da Lourinhã, na terça-feira, era um localizador por GPS antigo. “Pensei que alguém me queria matar, por vingança ou concorrência, estava com receio de que aquilo pudesse explodir e chamei as autoridades”, explicou ontem Abdelwafi Bakhti, o marroquino com nacionalidade portuguesa que encontrou o engenho, que aparentava ser uma bomba telecomandada. O dono do camião e de uma empresa de transportes internacionais, de 45 anos, residente em Fonte Lima, Lourinhã, chamou a GNR depois de descobrir o objecto “colado no aileron na parte de cima da cabina, no lado do passageiro”. “Assemelhava-se a uma bomba artesanal – quatro cartuchos como se fossem barras de dinamite, fios e uma peça preta em cima que parecia um telemóvel”, contou Abdelwafi Bakhti. Quando a GNR chegou ao local onde estava o camião – próximo da casa do motorista – chamou a Equipa de Inactivação de Engenhos Explosivos Improvisados. “Trouxeram cães que cheiram explosivos, tiraram fotografias, fecharam a estrada e com um ferro arrancaram parte do objecto e descobriram que não era nenhum explosivo. Disseram-me que parecia ser um localizador de GPS antigo, maior do que os actuais”, concluiu o luso-marroquino.

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