Jovem enganou os pais durante 6 anos.

Pais de jovem de Vagos estavam convencidos de que o filho tinha acabado o curso de Bioquímica, em Coimbra. Um jovem de 24 anos, de Vagos, aluno de Bioquímica, em Coimbra, inventou um assalto e rapto para esconder aos pais que nunca tinha acabado o curso. Chegou a mutilar-se no peito e esteve quinze dias, com amnésia, no hospital de Aveiro. O medo de desiludir os pais de que não tinha acabado o curso de Bioquímica, ao fim de seis anos de mentiras, já que nunca passou do primeiro ano, levou um jovem de 24 anos, de Vagos, a inventar uma assalto e um rapto. O caso foi agora descoberto pela Polícia Judiciária (PJ) de Aveiro. Tudo começou na noite de um fim-de-semana, em que o jovem universitário tinha combinado encontrar-se, em Coimbra, com um irmão, que trabalha em Lisboa e que depois lhe deveria dar uma boleia até à residência dos pais, em Vagos. O jovem faltaria ao encontro e viria a ser encontrado no outro dia, sábado, junto à Urgência do Hospital de Aveiro, em cuecas e com ferimentos no peito. Os ferimentos levaram os médicos a alertar a PSP, que depois comunicou o caso à PJ e deixou os familiares preocupados, pois durante uma noite não souberam do filho. As primeiras suspeitas indicavam que o jovem tinha sido vítima de um assalto e de um rapto, apesar de a última vez que foi visto em Coimbra estava a entrar para um táxi, para uma viagem que mais tarde justificaria para apanhar o comboio para Aveiro. No hospital, disse que tinha sido alvo da fúria de três indivíduos. O facto de ter entrado, posteriormente, num processo de amnésia, de onde só saiu ao fim de quinze dias de internamento hospitalar, dificultou o esclarecimento do caso, embora os exames médicos feitos aos ferimentos – que numa primeira abordagem pareciam ser provenientes de um qualquer ritual satânico -, tivessem descartado a possibilidade de terem sido provocados por outrém. As autoridades concluíram que esses ferimentos foram infligidos pelo próprio jovem, com uma colher de café, que partira para melhor conseguir esquartejar o corpo. O jovem vivia numa casa alugada, em Coimbra, e tinha, por vezes, momentos depressivos, a que não será alheio algum pensamento suicida.

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