Como será a morte do Sol?

Quatro objetos diferentes estão a dar aos astrónomos pistas importantes de como será o futuro trágico do nosso Sol. Eles foram observados em detalhe pelo Telescópio Espacial Hubble e, pelo menos vistos de longe, são bem bonitos.

De: João Diogo              Fonte: Fonte de curiosidades

De perto, no entanto, eles representam o último suspiro de estrelas como a nossa. Depois de queimar hidrogénio (substância mais abundante do Universo) em seu interior por cerca de 10 bilhões de anos, a escassez desse material faz com que a estrela inche e se dilua, tornando-se uma gigante vermelha. Durante essa fase, ela usa outro combustível — hélio — para continuar vivendo.

Ocorre que esse combustível também vai acabar. Quando isso acontece, a estrela implode sobre si mesma, conduzida pela gravidade. O que resta é uma anã branca, no interior. Ao redor, gerada pela atmosfera da estrela moribunda, surge uma chamada nebulosa planetária.

Quatro objetos diferentes estão dando aos astrônomos pistas importantes de como será o futuro trágico do nosso Sol. Eles foram observados em detalhe pelo Telescópio Espacial Hubble e, pelo menos vistos de longe, são bem bonitos.

De perto, no entanto, eles representam o último suspiro de estrelas como a nossa. Depois de queimar hidrogênio (substância mais abundante do Universo) em seu interior por cerca de 10 bilhões de anos, a escassez desse material faz com que a estrela inche e se dilua, tornando-se uma gigante vermelha. Durante essa fase, ela usa outro combustível — hélio — para continuar vivendo.

Ocorre que esse combustível também vai acabar. Quando isso acontece, a estrela implode sobre si mesma, conduzida pela gravidade. O que resta é uma anã branca, no interior. Ao redor, gerada pela atmosfera da estrela moribunda, surge uma chamada nebulosa planetária.

Quatro objetos diferentes estão dando aos astrônomos pistas importantes de como será o futuro trágico do nosso Sol. Eles foram observados em detalhe pelo Telescópio Espacial Hubble e, pelo menos vistos de longe, são bem bonitos.

De perto, no entanto, eles representam o último suspiro de estrelas como a nossa. Depois de queimar hidrogênio (substância mais abundante do Universo) em seu interior por cerca de 10 bilhões de anos, a escassez desse material faz com que a estrela inche e se dilua, tornando-se uma gigante vermelha. Durante essa fase, ela usa outro combustível — hélio — para continuar vivendo.

Ocorre que esse combustível também vai acabar. Quando isso acontece, a estrela implode sobre si mesma, conduzida pela gravidade. O que resta é uma anã branca, no interior. Ao redor, gerada pela atmosfera da estrela moribunda, surge uma chamada nebulosa planetária.

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